
Muito prazer em te conhecer!
Me chamo Mariana Morais Gurgel e sou psicóloga (CRP 05/74978).
Desde os 15 anos, a Psicologia foi minha única opção de curso. Sempre me interessei pela subjetividade humana, e sempre tive curiosidade em entender o que leva as pessoas a agirem de maneiras tão diferentes umas das outras.
Apesar de tantas áreas interessantes na Psicologia, a clínica é minha maior paixão, pois ela permite nos aprofundar na pessoa e cuidar de suas dores e sofrimentos, assim como compartilhar suas alegrias e vitórias. Poder contribuir com o processo de cura e crescimento de diversas pessoas é o que me motiva e o que desde cedo me fez escolher pela minha carreira.
Vem saber mais sobre mim e sobre o que eu acredito!
Fatos sobre mim
01.
Apesar de ter nascido no Rio de Janeiro, cresci no Pará, onde passei 16 anos
02.
Pratiquei cheerleading por cinco anos
03.
Sou apaixonada por pets e tenho um gato chamado Oliver
04.
Amo produções asiáticas, como animes, mangás, doramas e k-pop
05.
Tenho fascínio pela diversidade de culturas no mundo
Minha jornada profissional
Cursei e me formei na Universidade Federal do Rio de Janeiro, a maior do Brasil! Foram muitas horas de estudo e dedicação que hoje me permitem realizar a tão sonhada profissão de psicóloga.
Fiz dois estágios voluntários em Psicologia do Esporte, um em cheerleading e outro em e-sports, e aprendi bastante sobre a área e sua diferença da Psicologia Clínica.
Me apaixonei pela Gestalt-terapia, a abordagem que norteia minha visão de mundo, de pessoa e minhas intervenções.
Fiz meu estágio obrigatório no Departamento de Psicologia Aplicada da UFRJ em Plantão Psicológico, supervisionado por Sérgio Lizias e Mônica Alvim. Foi uma oportunidade de praticar a abordagem gestáltica em uma modalidade tão dinâmica e transformadora. Inclusive, a prática da Gestalt-terapia no Plantão Psicológico foi meu tema de TCC.
Estou me especializando em Psicologia Clínica em Gestalt-terapia.
Meus valores como psicóloga

1
Como psicóloga, eu valorizo a criatividade de cada sujeito, e acredito que toda pessoa tem capacidade de mudança. A terapia é a facilitadora desse processo ao mostrar novas perspectivas e auxiliar em escolhas que sejam melhores para o consulente naquele momento, com postura horizontal, compreensiva e disponível para a escuta.
2
Acredito que a clínica deve ser livre de preconceitos e violências contra grupos marginalizados. Aprender mais sobre movimentos antirracistas, LGBTQIA +, anticapacitistas, entre outros, é uma forma de respeitar e acolher a singularidade de cada pessoa que acessa o espaço da clínica. A terapia deve ser para todos, e não uma ferramenta de padronização de subjetividades.
3
Também acredito que a verdadeira satisfação é poder viver de forma autêntica, conforme o que você acredita, sem se sentir culpado ou errado por ser você mesmo. É poder fazer suas próprias escolhas, e não agir conforme o que esperam de você.
